PT EN ES
+ 55 11 4785 1000
Trip Advisor Instagram Facebook
A 35 min. de São Paulo




Uma frase célebre de Confúcio define com perfeição a essência dos programas vivenciais de treinamento: “Diga-me e eu esquecerei. Mostre-me e eu talvez me lembre. Envolva-me e então eu compreenderei”.

Conceitos importantes de serem apreendidos são facilmente absorvidos na prática, e é por isso que os treinamentos vivenciais, também conhecidos como TEAL (Treinamento Experiencial ao Ar Livre), vêm se tornando cada vez mais frequentes nas empresas. Atuar de maneira prática diante dos obstáculos e estimular a participação ativa dos envolvidos torna as equipes mais coesas, os níveis de confiança aumentam e a produtividade ganha consideráveis incrementos.


Conversamos sobre essa modalidade de treinamento com Luiz Chamlian, idealizador e consultor da Dinâmica Interação Lúdica, uma das maiores empresas de TEAL no Brasil. Confira abaixo:

  1. Há quanto tempo as atividades baseadas em programas vivenciais vem sendo aplicadas no Brasil? Desde quando podemos considerar que se tornou um mercado definitivamente estabelecido?
    Embora não existam registros publicados, acredito que os programas vivenciais vêm sendo aplicados desde a década de 90. Se tornou um mercado definitivamente estabelecido desde o início dos anos 2000.
  2. As empresas oferecem alguma resistência para aplicar pela primeira vez as atividades com as suas equipes? Após a primeira experiência, qual é o nível de satisfação e retenção?
    Acredito que não seja resistência, mas sim uma insegurança em saber se a atividade será bem aplicada e trará resultados para a equipe. Esse é o maior receio das empresas. Por isso, a importância em escolher bem a empresa, o profissional que conduzirá a ação e, principalmente, se a atividade tem aderência com as expectativas e objetivos propostos. Quando bem feito, o nível de satisfação é alto, capaz de criar uma cultura de atividades na empresa e a procura ser cada vez maior, atingindo diferentes áreas e eventos que a empresa realiza. Mas isso só acontece quando a empresa percebe a transformação de comportamentos, seja a busca de uma maior integração ou até na melhoria da performance.
  3. Esse tipo de dinâmica é bem-sucedido em outros países?  Quais as principais barreiras que podemos observar para que o mercado se desenvolva ainda mais no Brasil?
    Em outros países existe uma cultura por este tipo de ação já estabelecida, o que facilita a procura. Porém, o que vemos lá fora, são muitos treinamentos voltados para a descompressão, diversão e motivação.  Acredito que as empresas (como a nossa) aqui no Brasil estejam preocupadas em realizar e proporcionar reflexões acerca da experiência vivida, fazendo “links” com as situações e comportamentos do dia a dia na empresa, o que valoriza e comprova a eficiência este tipo de serviço. As principais barreiras que vejo no Brasil são as empresas que chamam de treinamentos determinadas atividades que estão longe de trazer algum benefício ao participante, gerando desconfiança e queimando o mercado. Um bom exemplo é a exposição das pessoas em determinadas situações ou até mesmo o excesso de competitividade gerando atritos e um clima não desejado pela empresa.
  4. Para quais tipos de equipes os programas vivenciais são mais indicados?
    Para todos os tipos de equipes em todos os níveis hierárquicos. Existem atividades certas para todos os tipos de empresas e pessoas, só depende de como será executada.
  5. Qual é o tipo de atividade mais buscado pelas empresas atualmente?
    Atualmente as empresas buscam atividades com propósito. Ações que unem treinamento com responsabilidade social. É o caso da Heartbike (www.heartbike.com.br), atividade que oferecemos para grupos com até 1000 pessoas. No entanto, é importante ressaltar que às vezes este tipo de ação ainda não seja adequado para o momento da área ou da empresa, o que não impede que a empresa busque outras soluções. E o que é mais procurado são ações de construção coletiva, que geram uma boa comunicação, planejamento, comprometimento e confiança (nesse caso, as embarcações que oferecemos é o ideal. O incrível e mais surpreendente é que nossos barcos são construídos por meio de placas de papelão que aguentam uma pessoa atravessando o lago ou a piscina do hotel.)
  6. Na sua opinião, o que podemos esperar para este mercado nos próximos anos?
    Se depender da Dinâmica, ações inovadoras, impactantes e criativas. No último ano, lançamos 2 ações diferenciadas: a maleta escape e ação social com carrinhos de rolimã.
  7. Como um espaço exclusivamente voltado para o mercado corporativo, o Almenat é uma boa opção para a prática das atividades da Dinâmica Lúdica?
    O Almenat é o hotel perfeito para as nossas ações. Trabalhamos no Almenat desde a abertura da nossa empresa (2000).O lago é o cenário ideal para a nossa atividade dos barcos. As salas e a flexibilidade que o hotel proporciona faz com que qualquer tipo de ação indoor seja bem aplicada, mas o que mais importa para nós é a maneira como sempre somos tratados e recebidos por todos os funcionários, principalmente pela equipe de eventos, a qual se esforça para ao invés de dizer “não” para alguma necessidade, trabalhar junto para buscar a melhor solução e atender o cliente com a mesma mentalidade: entregar o melhor.
  8. Para você, o que é “pensar fora da caixa” em um treinamento? E quais são os benefícios para empresa no dia a dia?
    Pensar fora da caixa em um treinamento é surpreender o participante. Um bom exemplo é quando o participante não acredita que determinada atividade seja possível de ser realizada ou, no final, uma surpresa acontece. É ter certeza de que o participante esteja saindo diferente de como entrou. Assim, os benefícios que este tipo de atividade traz para uma empresa são: mudança de atitude, quebra de silos e a busca de entregar resultados excelentes.







RECEBA NOVAS NOVIDADES